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Cinema, TV e Publicidade na Internet: Tudo ao mesmo tempo AGORA!

Publicado por Rodrigo Cunha em 19 Jun 2008 | sob: Cinema, Tendências, internet, Vídeo, Tv Digital, Conteúdo, Publicidade, interatividade, Negócios, Google, Tecnologia


Muito tenho falado do YouTube por aqui. Talvez seja pelo fato de sempre haver algo relacionado a ele na mídia, sempre algo novo. E desta vez não é diferente. Foi anunciado ontem uma notícia bombástica: o YouTube irá permitir o upload de vídeos de até 1GB que, em média, resulta em um vídeo com uma duração em torno de 1h 38min.

A princípio, a funcionalidade estará disponível apenas para parceiros de conteúdo. Mas, não é difícil crer que logo será possível que qualquer um suba vídeos de longa duração. Mas, por traz de tudo isso, há quem diga que a Google só tomou essa decisão graças ao crescimento acelerado do HULU. O HULU é um site que disponibiliza filmes, séries e desenhos animados completos e gratuitos para residentes nos EUA.

É um site legal juridicamente falando, já que se trata de uma parceria com a NBC e a Fox o que, de certa forma, já lhe garante audiência e credibilidade. Ele já é um dos 10 sites de vídeos com mais audiência nos EUA. O site é sustentado através de um modelo de publicidade online. Pois bem, o que isso tudo tem a nos dizer? Que impacto isso traz para a TV e para a Internet?


HULU.com: Crescimento acelerado faz Google pensar em novas alternativas para incrementar seus ganhos com publicidade em vídeos

Para a Internet é fácil. Como já prevíamos, não só a publicidade está migrando para a TV (na Inglaterra, por exemplo, está previsto que o investimento em Internet irá ultrapassar, ainda este ano, os investimentos em publicidade na TV!), mas também o conteúdo. O HULU já exibe muitos dos programas de grande audiência da TV. No HULU você pode assistir os programas quando quer, quantas vezes quiser.

Logicamente a Google não ficaria só olhando tudo isso, permitindo apenas a exibição de vídeos de curta duração e de difícil monetização. Agora, a estratégia é não ficar atrás do HULU, que já segue uma tendência. Com a exibição de programas maiores e de grande audiência, adotar modelos de publicidade mais eficazes torna-se uma tarefa muito mais fácil, já que o usuário ficará mais tempo assistindo aos vídeos.

Não estou falando dos velhos comerciais de 30 segundos, apesar de acreditar que esse formato ainda terá chance através destes portais. No entanto, acredito que o formato que mais trará resultados será aquele que utilizar a interatividade (recurso implementado pelo Google no YouTube há poucos dias) de forma inteligente, permitindo que usuários possam comprar roupas, eletrodomésticos ou qualquer objeto que apareça na tela, já que agora é possível criar links dentro dos vídeos apontando para outros endereços.

E a TV? Bem, principalmente na Europa, os investimentos em propaganda na televisão estão tendo um decréscimo acentuado. No Brasil e no resto do mundo, tende a acontecer o mesmo, mas de forma mais lenta. Novamente, com todos esses acontecimentos, não há como negar: A Internet é a mídia não só do momento, mas está começando a se transformar na principal mídia do mercado. Que assim seja.

YouTube: Novo Canal de TV?

Publicado por Rodrigo Cunha em 16 Jun 2008 | sob: Tendências, internet, Vídeo, Tv Digital, Conteúdo, web 2.0, Publicidade, Negócios, Tecnologia


Muito se fala de conteúdo gerado pelos internautas. Muitos, inclusive, já afirmam que este conteúdo, que sempre foi gerado por especialistas, tenderá a vir, cada vez mais, de pessoas comuns. Bem, sabemos que o UGC ou o Conteúdo Gerado pelo Usuário já é grande parte do conteúdo que circula hoje, na Web 2.0. Tudo bem. Mas e quem não acessa a Internet? Sabe do conteúdo gerado por toda essa gente?

Pois bem, a bola já foi levantada pela Apple, quando lançou o Apple TV e pela Sony e Panasonic que, inclusive lançaram recentemente aparelhos de LCD e Plasma prontos para acessar conteúdo do YouTube. Estes aparelhos contam com uma conexão Ethernet e uma interface de busca de vídeos no YouTube, inclusive categorizados por popularidade.

Com isso, colocar a família na frente da TV para uma sessão Top 10 comédia ou para mostrar algum conteúdo referente a uma nova tecnologia ou vídeo referente a um furo de notícia, ficou mais fácil. Antes era sempre necessário chamar para assistir o vídeo na tela do PC, o que, muitas vezes, gerava o famoso “Peraí, vai carregando aí que já vou”. Muitas vezes a pessoa não ia ou o usuário já tinha desistido de mostrar o conteúdo.

Agora é diferente. O YouTube passa a ser um canal da TV, sempre com variedades, permitindo que, se você não viu o final da novela das 8h ou o último episódio da série Aprendiz ou CQC, faça-o na sala de TV, com toda a família. É mais opção e mais um forte concorrente para a TV, que não goza da dinâmica que o YouTube dispõe.

Com a popularização e padronização de televisores neste formato, a publicidade no YouTube torna-se ainda mais interessante. Ela passa a ser exibida não apenas para internautas, mas para qualquer pessoa que esteja na frente da TV, o que a torna ainda mais relevante. Agora imagine publicidade exibida em um vídeo viral no YouTube. Ela poderá ser exibida no PC, no celular e agora na tela da sua TV!

O 1º Vídeo Interativo do YouTube!

Publicado por Rodrigo Cunha em 05 Jun 2008 | sob: Games, Tendências, internet, Vídeo, Conteúdo, Publicidade, interatividade, Tecnologia


Que o YouTube é uma das criações mais legais da Internet, não restam dúvidas. Que ele já não está mais sozinho também já não é novidade, um a vez que portais exibindo vídeos em alta resolução não param de surgir, o que aponta para um tendência de transformação da Web em principal mídia para consumo de entretenimento.

Sendo assim, a disputa resolvida recentemente entre HD DVD e Bluray, com vitória deste último, talvez não tenha sido tão relevante assim. Mas isso é assunto para outro post.

Neste post, vamos falar do YouTube e de um vídeo lançado recentemente, que faz uso do também recente recurso de inserir texto e links nos vídeos, da mesma forma que o Asterpix e o Veeple já faziam.

O incremento de mais esta funcionalidade no YouTube já era, de certa forma, previsível. O que realmente me impressionou foi o vídeo que surgiu fazendo uso destes novos recursos. Ele foi adicionado no último dia 3 e tem, neste exato momento em que estou escrevendo este post, nada menos que 2,489,233 visualizações!

É o primeiro Vídeo Interativo do YouTube! Para assistir e interagir com ele, clique AQUI, já que quem o disponibilizou não permitiu que o vídeo fosse embedado.

É uma espécie de vídeo interativo, que se utiliza de “mágicas” através de cartas e outras outras formas de ilusão. O “mágico” pede para que você escolha uma carta e o jogo segue adiante. A escolha da carta só é possível graças a implementação do novo recurso que permite incluir áreas que, quando o usuário clica, é conduzido a outro vídeo, onde a “mágica” continua e assim por diante.

Este tipo de interatividade através de vídeos poderá muito bem ser utilizada em campanhas publicitárias. Poderão ser criados jogos interativos, por exemplo, além de várias outras formas de envolver o público-alvo. Afinal de contas, “DIVERtising” é uma das formas mais eficazes de propaganda.

Outdoors Inteligentes

Publicado por Rodrigo Cunha em 02 Jun 2008 | sob: Tendências, Mídia Exterior, Conteúdo, Publicidade, interatividade, Negócios, Tecnologia


Falar sobre a evolução da publicidade já é praxe, uma vez que novidades na área não param de surgir. A mais nova delas dos EUA e trata de outdoors, coisa que em São Paulo já não se encontra mais.

Na sexta-feira última, o NY Times publicou uma matéria relacionada a outdoors inteligentes. Na terra do Tio Sam e em outros países, estão em experiência outdoors que filmam as pessoas que olham para eles, através de câmeras que utilizam um software que analisa as características dessas pessoas e por quanto tempo elas estão olhando para a peça.

Os resultados dessa análise são dados referentes a idade, sexo. Com isso, os anunciantes podem focar melhor as suas campanhas ao exibir um anúncio personalizado em painel digital para um adolescente e outro para uma mulher de meia idade, por exemplo.


Cena de De Volta Para o Futuro 2, em 1989: Outdoors interativos

É impossível não lembrarmos de Minority Report, de Steven Spielberg, quando Tom Cruise anda pela cidade e adentra galerias onde as vitrines e anúncios interagem com ele, inclusive citando seu nome. Em 1989, o filme De Volta Para o Futuro 2, também já exibia sinais de interatividade com as pessoas através de outdoors, embora de forma mais primitiva.

Costumávamos achar que essas tecnologias eram coisas para um futuro distante, como o que foi mostrado também em 2001 - Uma Odisséia no Espaço, de Stanley Kubrick, lançado em 1968. Ali, videoconferência era algo “de outro mundo”. Hoje …

Anúncios relevantes e contextualizados são preocupação cada vez maior dos anunciantes, uma vez que o mercado de nicho tem se mostrado cada vez mais viável, como comprova a teoria da Cauda Longa, de Chris Anderson. Os anúncios AdWords do Google tentam, ao máximo, mostrar anúncios relevantes em sites que tratam de determinado tipo de conteúdo.

Lá fora, começam a surgir tecnologias que personalizam que tipo de propaganda será exibida na TV, de acordo com o que as pessoas, em determinada residencia, assistem. É a publicidade cada vez mais integrada e sendo beneficiada pela tecnologia.

Divertising, Advergame, GreenPeace

Publicado por Rodrigo Cunha em 27 Mai 2008 | sob: Games, Tendências, Conteúdo, Publicidade, interatividade, Tecnologia


Mudança da Propaganda. Tem se tornado muito comum ouvirmos sobre essa mudança em todos os cantos, palestras e eventos. Isso sem falar nas revistas e livros que pregam o assunto em folhas e mais folhas. Bem, não há como negar. As pessoas não são mais suscetíveis a propaganda tradicional como já foram nas décadas passadas.

Dessa forma, esforços para torná-la mais interessante e envolvente não param de surgir. Daqueles que mais tem surtido efeito, os que que tem inserido conteúdo e entretenimento na propaganda tem gerado melhores resultados. Hoje, com toda a variedade de mídias disponíveis, é natural que haja um aumento dos pontos de contato com o consumidor. Assim, anunciantes e agências contam com muito mais ferramentas para comunicar suas campanhas e diversificá-las de forma a torná-las mais divertidas e interativas.

Dentro desse contexto, os Advergames tem sido uma alternativa bastante interessante, desde que bem executados e produzidos. Já tivemos alguns casos memoráveis, onde não podemos deixar de destacar o advergame GET THE GLASS, da campanha Got Milk?, que visa incentivar a compra de leite de vaca, associando-o a saúde. O jogo foi assunto em toda a Web no ano passado. Não faltaram elogios. Mesmo quem não chegou a jogar, chegou a conferir o site.

Agora é a vez do GreenPeace WeAtheR, onde o objetivo não podia ser diferente: salvar o mundo das crises ambientais. O design e o roteiro são muito bem produzidos, o que, de certa forma, chega a transcender o conceito de um Advergame tradicional, que são, geralmente, mais simples.

Este do GreenPeace é um jogo de verdade. Por ser assim tão bem produzido, ele tem chamado a atenção de muita gente. Novamente, mesmo quem não jogou, foi atraído para o site para pelo menos conferir que tipo de ação o GreenPeace estava realizando.

Fica claro, mais uma vez, que muitas vezes produzir uma campanha na Internet, apenas pelo fato de estar na Internet pode não gerar o resultado esperado. Neste momento de deslumbre com as novas mídias, é importante estudar cada alternativa e chegar a conclusão da melhor forma para impactar as pessoas.

Não há dúvidas de que este Advergame do GreenPeace, que foi criado e produzido pela AlmapBBDO e pela Colméia, gerou bastante impacto e surpreendeu aqueles que o conheceram, o que acabou gerando certa simpatia com a marca GreenPeace que, muitas vezes é vista como uma marca agressiva, sempre presente em manifestações e discussões polêmicas.

O PRODUCT PLACEMENT contextual e relevante gera excelentes resultados

Publicado por Rodrigo Cunha em 01 Abr 2008 | sob: Cinema, Tendências, Conteúdo, Publicidade, Negócios

juno

Devido a mudança no cenário dos investimentos em Publicidade em todo o mundo graças ao advento das mídias online e de novos modelos como o TiVo, as ações devem se adequar ao contexto da vasta quantidade de conteúdo ofertada aos espectadores. Mais do que isso, elas precisam se tornar conteúdo.

Anunciantes não estão mais alcançando os resultados antes obtidos com a mídia em TV por diversos motivos. O fato de os jovens preferirem Internet a TV, tem deslocado grande parte da audiência para aquele canal. Não obstante, o TiVo, dispositivo que permite a gravação de programas e, inclusive, pular os comerciais, também vem contribuindo para que os resultados obtidos pelos anunciantes na mídia tradicional, não sejam tão satisfatórios como nos velhos tempos.

A publicidade, aos poucos, vem se adaptando a este contexto e intensificando ações que fazem parte do conteúdo de programas e filmes. Este tipo de ação é denominada PRODUCT PLACEMENT. Algumas empresas já vem se destacando com estas ações, como a Nokia, que vem produzindo ações bastante relevantes neste cenário, onde seus cases podem inclusive, ser adotados para benchmarking.


Um dos cases mais famosos veio do filme Náufrago, estrelado por Tom Hanks. Alguém consegue esquecer da bola de vôley chamada Wilson, que por sinal era realmente a marca da bola?

Estas ações de PRODUCT PLACEMENT vêm gerando resultados bastante interessantes para os anunciantes. Abaixo, citaremos alguns deles:


REESE’S PIECES
- A bala estilo M&M’s de amendoim, foi incluída no roteiro de forma contextual no filme E.T., onde o protagonista deixa um rastro de balas no chão, para que o alienígena o siga.

Resultados: logo após a estréia do filme, a Reese’s Pieces teve um incremento de 80% em suas vendas.

JUNO: Telefone-Hamburguer - Assim que o filme fez sua estréia nos EUA, em dezembro de 2007, os telefones de hambúrguer viraram mania no eBay. Ao falar no telefone, Juno utilizava a frase “desculpa não estou ouvindo direito. Estou no meu hamburguerfone”.

Resultados: As vendas do aparelho esquisito subiram 759%. Só no mês de dezembro (inicialmente o filme estreou em poucos cinemas e, próximo ao Natal, passou a ser exibido em várias salas) foram vendidos 773 aparelhos!

SIDEWAYS - No filme, a uva “pinot noir” foi bastante mencionada, principalmente no que se refere a suas qualidades.

Resultados: As vendas da uva aumentaram em 22% nos EUA. Uma marca de vinho, Blackstone Pinot Noir, teve um aumento de 150% em suas vendas. Como se não bastasse, o filme fez aumentar o turismo na região do vinho, na Califórnia. O restaurante Hitching Post, que também aparece no filme, viu seu negócio crescer em 30%.

Como podemos ver, ações de PRODUCT PLACEMENT bem planejadas e implementadas em roteiros de forma contextual e relevante, tendem a gerar ótimos resultados. Quando este tipo de ação é bem planejada e executada, o famoso “merchan”, tende a passar desapercebido, ou até mesmo, chega a ser admirado pela forma como foi executado.

Afinal, quem consegue esquecer da bola de vôley chamada de Wilson [que por sinal era realmente a marca da bola] por Tom Hanks, no filme Náufrago?

Este tipo de propaganda vem crescendo cada vez mais não somente no cinema, como também em séries e shows de TV. E o PRODUCT PLACEMENT voltado para conteúdo adulto? . Não seria surpresa se ele começasse a ser veiculado dentro deste tipo de conteúdo. Tudo é sempre uma questão de contextualização.

Um projeto bem elaborado e implementado pode trazer grandes resultados.

Para mais informações, envie um e-mail para rodrigo@trendhunter.com.br ou entre em contato através do telefone (11) 2175-2967.

Os chineses poderão assistir novela no metrô.

Publicado por Jonathan Benarrós em 11 Fev 2008 | sob: Tendências, Mídia Exterior, Conteúdo, Publicidade

novelametro - novelametro

“A Sunny Day” é um nova novela que será mostrada em mais de 4000 tvs de LCD nos metrôs de Xangai, na China. A história é de uma garota do interior vai tentar a sorte na metrópole e, entre vários percalços, descobre seu grande amor. Os patrocinadores dessa iniciativa pioneira no país são duas multinacionais americanas: a Starbucks e a PepsiCo.

O grande diferencial desta ação, é que as marcas não estão simplesmente passando no metrô comerciais dos seus produtos. Elas inventaram um meio onde o produto entra na novela na forma de merchandising. O programa foi apelidado de “Subopera” - uma mistura de subway (metrô em inglês) com soap opera (novela) – e terá 40 capítulos que vão passar nas estações e também dentro dos trens. Se o consumidor perder algum episódio, vai poder conferir depois na Internet.

É a publicidade e entretenimento caminhando mais uma vez lado a lado. O que está em jogo é atingir a atenção e simpatia do consumidor. A estratégia de product placement agora está nos meios digitais sabendo que as pessoas procuram sempre uma oportunidade de se entreter e não gostam de ser interrompidas com comerciais chatos. Encontrar um produto em um filme, série ou novela não é visto como um problema para o consumidor. O Brasil que é um país tradicionalmente novelista deveria pensar nesta ideia.

Widget - a pequena ferramenta com um grande potencial

Publicado por Jonathan Benarrós em 11 Out 2007 | sob: Tendências, internet, Conteúdo, web 2.0

trendwidget - trendwidget

Widget é uma pequena aplicação ou janela que pode ser instalada no desktop, site ou blog que você pode manter-se informado sem precisar visitar o site que está por trás daquele conteúdo. Alguns mostram a previsão do tempo, informação de trânsito, preços de combustível, outros incorporam rádio, jogos e fotos. Há os que atualizam notícias de jornais e blogs do interesse do usuário. Para blogs já existe os que fornecem informações sobre os seus visitantes e outros com a possibilidade de incluir banners e produtos de e-commerce.

Algumas empresa já estão usando essa nova tendência. A Reebok por exemplo, já possui um widget chamado “Shoe Fight” onde a pessoa pode desenhar o seu tênis personalizado e depois colocá-lo no próprio site. Já a Adidas oferece um para ajudar o consumidor a escolher o tênis perfeito. No Brasil a cerveja Sol disponibiliza no seu widget conteúdo referente a meterologia e informações de trânsito.

O Google também não poderia ficar de fora. Criou um programa para atrair criadores de widgets no qual serão remunerados por criação. Eles também estão testando os chamados Gadget Ads, que permite os anunciantes tornarem seu formato estático em um conjunto de widgets com vídeos, animação, e notícias em tempo real.

Um dos grandes desafios para os anunciantes é como ser relevante suficientemente para que o usuário instale o widget que está oferecendo. Se conseguirem isso, ponto para o anunciante! Entrou na vida, no dia-a-dia do seu público.

Os widgets poderão provocar grandes mudanças na publicidade online por fornecem um novo canal de conteúdo, publicidade, relacionamento e comércio eletrônico. Alguns já falam que já faz parte da chamada web 3.0, mas acho ainda cedo para definições. O que importa que é um bom caminho para a terceira era da internet e um ótimo investimento para os anunciantes.

Mídia exterior digital, além de interativa, também será plataforma de conteúdo?

Publicado por José Maria Granado em 08 Out 2007 | sob: Tendências, Vídeo, Tv Digital, Mídia Exterior, Conteúdo

DigitalSignage - DigitalSignage

Li essa semana no Blue Bus uma excelente coluna da Paula Rizzo, falando sobre a mídia exterior, que será cada vez mais interativa. (leia aqui)

Sem sombra de dúvida, mais que uma tendência, a interatividade com a mídia exterior já é realidade em vários países, mas ainda engatinha no Brasil. Vale a pena ressaltar que esta não é uma tendência apenas existente na mídia exterior, e sim e todas as mídias digitais, não importam onde estejam. Shopping, aeroporto, bares, casas noturnas… A mídia digital invadiu todos os espaços, e a interatividade foi junto…

A interatividade agrega muito valor a comunicação das marcas. No entanto, mais que interatividade, algo que eu venho suspeitando seriamente que venha a acontecer, assim como já acontece em ambientes fechados, é transformação de espaços digitais de mídia exterior em plataformas de conteúdo. Por dois motivos: o primeiro é porque, sob a ótima do anunciante, transforma publicidade em conteúdo, aumentando a relevância da mensagem. O segundo porque, sob a ótica do veículo, venda de conteúdo é muito mais vantajosa financeiramente.

Contem o tempo, não sei ainda quando, mas veremos nos próximos anos uma série de pequenos programas sendo exibidos em plataformas digitais. Onde estiver o dinheiro, estará o programa. Aí é só seguir o raciocínio básico: programas de finanças, esportes, femininos, automobilísicos e assim por diante…

E já que mídia exterior é mídia de massa, um outro assunto no qual vale a pena tocar é: será que com essas brigas entre as emissoras de tv aberta, alguma vai brigar para comprar empresas de mídia exterior, fazendo com que pequenas parcelas de seus programas passem na programação e ganhem espaço na mente do grande público?

É algo a se pensar, mas acho que isso já é assunto para um próximo post…