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Google Tendências

Publicado por Rodrigo Cunha em 10 Jul 2008 | sob: Tendências, internet, Publicidade, Negócios, Google, Buscadores, Tecnologia

Tendências. É um dos principais focos de nossa empresa. Trabalhamos com projetos de comunicação online baseados em inovação e tendências de mercado. Portanto, nada mais relevante que falarmos um pouco sobre o Google Trends, do Google.

O Google vem criando, além de inúmeras ferramentas focadas para internautas em geral, ferramentas para auxiliar profissionais de marketing e publicidade. O AdWords e o Adsense (que serão descontinuados e substituídos por outro programa semelhante) e o Analytics, são alguns exemplos.

O Google Trends não foge a regra. Especializado em mostrar as palavras mais quentes do dia em termos de buscas no Google é apenas uma de suas especialidades. O serviço vem crescendo e, além de exibir e possibilitar uma comparação de popularidade entre os termos mais buscados no Google, ele oferece uma funcionalidade para comparar a venda de produtos online e comparar o número de acessos em sites e blogs.

Importante: Vale lembrar que os relatórios geram apenas “volume de dados” e não exibem números. Muitos destes resultados são gerados baseados em ferramentas de terceiros. Os gráficos apenas auxiliam no complemento de pesquisas e mostram apenas resultados para o meio online.

Abaixo, alguns exemplos destas funcionalidades:

1. Comparativo de número de acessos entre os sites Wikipedia, Amazon, MySpace e Facebook. Destaque para o crescimento contínuo do Facebook nos últimos meses.



2. Comparativo de vendas online entre Playstation 3, Xbox 360, e Wii. É possível perceber o momento de BOOM e o início da saturação de mercado.



3. Comparativo entre os termos “Rolling Stones” e “Madonna”.



4. O Google Trends também exibe os termos/tendências que mais evoluem durante o dia.

Cinema, TV e Publicidade na Internet: Tudo ao mesmo tempo AGORA!

Publicado por Rodrigo Cunha em 19 Jun 2008 | sob: Cinema, Tendências, internet, Vídeo, Tv Digital, Conteúdo, Publicidade, interatividade, Negócios, Google, Tecnologia


Muito tenho falado do YouTube por aqui. Talvez seja pelo fato de sempre haver algo relacionado a ele na mídia, sempre algo novo. E desta vez não é diferente. Foi anunciado ontem uma notícia bombástica: o YouTube irá permitir o upload de vídeos de até 1GB que, em média, resulta em um vídeo com uma duração em torno de 1h 38min.

A princípio, a funcionalidade estará disponível apenas para parceiros de conteúdo. Mas, não é difícil crer que logo será possível que qualquer um suba vídeos de longa duração. Mas, por traz de tudo isso, há quem diga que a Google só tomou essa decisão graças ao crescimento acelerado do HULU. O HULU é um site que disponibiliza filmes, séries e desenhos animados completos e gratuitos para residentes nos EUA.

É um site legal juridicamente falando, já que se trata de uma parceria com a NBC e a Fox o que, de certa forma, já lhe garante audiência e credibilidade. Ele já é um dos 10 sites de vídeos com mais audiência nos EUA. O site é sustentado através de um modelo de publicidade online. Pois bem, o que isso tudo tem a nos dizer? Que impacto isso traz para a TV e para a Internet?


HULU.com: Crescimento acelerado faz Google pensar em novas alternativas para incrementar seus ganhos com publicidade em vídeos

Para a Internet é fácil. Como já prevíamos, não só a publicidade está migrando para a TV (na Inglaterra, por exemplo, está previsto que o investimento em Internet irá ultrapassar, ainda este ano, os investimentos em publicidade na TV!), mas também o conteúdo. O HULU já exibe muitos dos programas de grande audiência da TV. No HULU você pode assistir os programas quando quer, quantas vezes quiser.

Logicamente a Google não ficaria só olhando tudo isso, permitindo apenas a exibição de vídeos de curta duração e de difícil monetização. Agora, a estratégia é não ficar atrás do HULU, que já segue uma tendência. Com a exibição de programas maiores e de grande audiência, adotar modelos de publicidade mais eficazes torna-se uma tarefa muito mais fácil, já que o usuário ficará mais tempo assistindo aos vídeos.

Não estou falando dos velhos comerciais de 30 segundos, apesar de acreditar que esse formato ainda terá chance através destes portais. No entanto, acredito que o formato que mais trará resultados será aquele que utilizar a interatividade (recurso implementado pelo Google no YouTube há poucos dias) de forma inteligente, permitindo que usuários possam comprar roupas, eletrodomésticos ou qualquer objeto que apareça na tela, já que agora é possível criar links dentro dos vídeos apontando para outros endereços.

E a TV? Bem, principalmente na Europa, os investimentos em propaganda na televisão estão tendo um decréscimo acentuado. No Brasil e no resto do mundo, tende a acontecer o mesmo, mas de forma mais lenta. Novamente, com todos esses acontecimentos, não há como negar: A Internet é a mídia não só do momento, mas está começando a se transformar na principal mídia do mercado. Que assim seja.

Últimas do Google…

Publicado por José Maria Granado em 29 Nov 2007 | sob: Publicidade, Google, Buscadores

gooogle - gooogle

Essas vieram apenas no último mês. O que me impressiona muito no Google são as idéias, que por mais numerosas e viajantes que as vezes pareçam, todas fazem muito sentido. São sempre muito pé no chão. E vêm de todos os lados…

1. Bombas de Gasolina

O Google fechou um acordo com uma empresa especializada para produção de bombas de gasolina, instaladas inicialmente em 3500 postos pelos EUA. Cada bomba terá uma conexão Internet e uma tela digital onde o consumidor poderá acessar o Google Maps. O sistema Applause™ permite que sejam consultados os mapas, serviços de vendas online e até a impressão de cupons de desconto. Assim você descobre onde tem a loja que quer, no seu caminho, imprime o mapa, o cupom e já chega lá com a compra encomendada. Fonte: Meio Bit
Será que essa idéia poderia ser adaptada para postos aqui no Brasil, talvez para alguma grande rede?

2. Publicidade contextual fora da internet

Patente registrada no dia 8 de novembro mostra que Google quer personalizar o conteúdo e publicidade em publicações em qualquer formato, inclusive impresso. Isso significa que em um determinado momento poderemos assinar um periódico, como um jornal ou uma revista, e recebê-lo totalmente customizado (das matérias aos anúncios publicitários). Fonte: Meio Bit
Apesar da idéia ser brilhante, acho que existe uma série de complicações, que vão desde produzir revistas customizadas por indivíduo em longa escala, até mesmo saber se realmente existe essa demanda de marcado por revistas com conteúdo personalizado. Quem sinceramente hoje troca a home de algum site que permita que seja feito isso? De qualquer forma, se for de graça, como tudo no Google, aí a coisa vai ficar feia pros jornais e revistas tradicionais. Ainda assim fica difícil imaginar essa conta fechando… Outra questão interessante é: como essa publicidade vai ser cobrada? Clique no anúncio de jornal e revista??

3. Energia Renovável

O Google anunciou que vai investir milhões no desenvolvimento de energias renováveis a partir de fontes como o vento e o sol. A companhia pretende inicialmente gerar energia para suprir suas próprias necessidades e espera poder vender a outros ou licenciar a tecnologia que venha a ser desenvolvida. A iniciativa foi batizada ‘Renewable Energy Cheaper Than Coal’ (Energia Renovavel mais barata que o carvao). Fonte: Blue Bus

4. Quem achava que era um celular, estava enganado. Eles lançaram um sistema operacional.

Todo Mundo esperava um G-Phone para rivalizar com o I-Phone. No entanto, eles lançaram um sistema para canibalizar todos os celulares. O Android, como foi batizado, funciona como um sistema operacional rival dos existentes Symbian e Windows móbile, com a diferença de ser baseado em código aberto. Ou seja, qualquer desenvolvedor poderá criar soluções para aparelhos com o Android instalado. Mais uma vez a lógica é perfeita. Se você lança o sistema e todo mundo usa, controla publicidade e o faturamento com publicidade contextual aumenta ainda mais.

5. Google Gadget Ads – Anúncios mais interativos

Um novo formato para anúncios interativos que ainda está funcionando em Beta para um grupo selecionado de usuários globais do Adwords. Um tipo não tradicional de anúncio com uma capacidade de interatividade muito alta. Não apenas permite que os anunciantes escolham seus públicos de forma versátil e apropriada através de atualizações regulares, mas também permite que os usuários se relacionem com os anúncios de uma forma tão fácil como nunca havia acontecido no passado com os anúncios estáticos.

Será possível incorporar informações atualizadas em tempo real, imagens, vídeos e muito mais em um só anúncio que pode ser desenvolvido utilizando as linguagens Flash, HTML ou uma combinação de ambas. Criado para agir mais como conteúdo do que um típico anúncio, eles são mostrados na rede de conteúdo GoogleT, competindo ao lado de textos, imagens e vídeos por sua localização.

As impressões iniciais enviadas pelos participantes dos testes Beta, incluso aí os anunciantes de grandes marcas, como Honda, Intel, Six Flags, Pepsi-Cola North America e Paramount, foram extremamente positivos. Os anunciantes estão entusiasmados com esta nova solução de marketing que possibilita uma interação maior dos anunciantes com seus públicos-alvos usando para isso conteúdo rico, dinâmico e atraente.

6. AdSense móvel - Publicidade no celular

O Google anunciou a disponibilidade do AdSense for Mobile, um programa que direciona de forma contextual anúncios para conteúdo de websites móveis.

O novo programa permite aos parceiros do AdSense obter receita a partir de seus websites móveis por meio da publicação direcionada de anúncios de texto.

O novo produto está disponível em 13 países: Estados Unidos, Inglaterra, França, Itália, Alemanha, Espanha, Irlanda, Rússia, Holanda, Austrália, Índia, China e Japão.