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Publicado por Rodrigo Cunha em 16 Jul 2008 | sob: Mobile, Tendências, internet, Publicidade, interatividade, Negócios, Apple, iPhone, Tecnologia
Em artigo publicado no site Canadaeast.com, David Shipley explica por que o iPhone irá mudar o mundo:
1. Finanças: “O iPhone é a plataforma perfeita para demonstrar como software útil e simples, com apelo de massa e cotado a 99 centavos ou uns poucos dólares, pode gerar mais dinheiro por mais tempo do que bloatware1 que custa US$ 100 a cópia”;
2. Publicidade de próxima geração: “A Google já tem um lucrativo negócio de publicidade online. Imagine o que aconteceria se ela vendesse geolocalização ou identificação. Por exemplo, no iPhone, se uso o programa de mapas para procurar por cafeterias, recebo dúzias de indicações mostrando os estabelecimentos existentes nas minhas proximidades. Imagine se alguém pagasse à Google para ser mostrado em uma cor mais proeminente ou que de alguma forma o distinguisse de quem não paga. Tilim!”
3. Jogos: “O iPhone pode revelar-se uma mina de ouro para fabricantes de jogos simples e casuais. Combinando um método de distribuição fácil (App Store) e controles inovadores (sensores de movimento, inteface sensível a toque), o iPhone pode ser uma séria caixa registradora para os desenvolvedores de jogos. Não é surpresa que grandes empresas fabricantes de jogos como a EA saltaram sobre o iPhone. Mas o fantástico é que, com o kit de desenvolvimento de software para o iPhone, é possível que pequenos desenvolvedores produzam grandes projetos também.”
4. Notícias instantâneas: “Com o iPhone, pessoas comuns podem se transformar em redação de jornal, capazes de enviar fotos e notícias ao mundo em segundos. Com o vídeo ainda por vir em futuros iPhones, o jornalismo cidadão está para ganhar terreno significativamente”.
Apesar de essas razões não trazerem nenhuma novidade, elas são um resumo do que o iPhone tem e pode proporcionar de melhor. Enquanto isso, no Brasil, a expectativa para o lançamento do aparelho continua grande.
Publicado por Rodrigo Cunha em 02 Jul 2008 | sob: Mobile, Tendências, internet, Publicidade, interatividade, Negócios, Tablets, Apple, iPhone, Tecnologia

Hoje, duas notícias me chamaram a atenção na web, que também foram postadas em nosso Twitter:
A morte do Blackberry já vinha sendo anunciada. Mas, somente com o lançamento do iPhone, mais especificamente do iPhone 3G, o aparelho começa a dar seus últimos suspiros de vida. O formato de tela limitado e a forma “antiquada” com que o Blackberry permite a entrada de dados, certamente deixam o iPhone e seus novos concorrentes na categoria “touch screen”, com terreno livre a ser conquistado.
“Dos americanos que estão comprando um novo celular, 73% acha SMS a funcionalidade mais importante”
A pesquisa realizada mostra que o SMS ainda é o recurso mais utilizado em celulares, não somente no Brasil, como muitos pensavam. Após as mensagens de texto, vem a câmera fotográfica integrada (67%), seguida do e-mail (63%) e acesso a Internet (61%). Somente 0,5% dos participantes da pesquisa afirmaram que o tempo de duração da bateria é importante. Mas, com a chegada do iPhone 3G, tudo isso deve mudar e o acesso a Internet deve ganhar mais importância.
É inevitável falar do iPhone 3G. Mais uma vez, a Apple acerta de mão cheia. Veremos como se comportará o Mobile Marketing com a adesão em massa ao iPhone 3G.
Publicado por Rodrigo Cunha em 30 Jun 2008 | sob: Mobile, Tendências, internet, Vídeo, Publicidade, interatividade, Negócios, Apple, iPhone, Tecnologia
iPhone 3G. Será um grande HIT também no Brasil, como todos estão prevendo? Tudo indica que sim afinal, especula-se que o custo de aquisição do aparelho estará em torno de 1.000 e 1.500 reais, um preço módico para um aparelho que oferece tecnologia de ponta, principalmente quando o comparamos com aparelhos concorrentes.
Recentemente, vem sendo veiculado na Web um vídeo viral sobre o iPhone. Através dele, foi demonstrado como poderia funcionar uma possível funcionalidade fazendo uso de recursos holográficos! Poderíamos enviar mensagens de texto holográficas! Poderíamos ver websites através de hologramas. Filmes. Agora imagine as possibilidades que, mais uma vez, a publicidade teria a seu dispor. Imagine uma campanha online holográfica! Assista aos vídeos abaixo:
Muita coisa poderia ser criada. Logicamente, o vídeo não passa de um viral. Esse conceito poderá ser agregado ao iPhone, assim como o recurso TouchScreen é vedete hoje e é aplicado em muitos dispositivos Mobile, além de estar presente na próxima versão do Microsoft Windows, o já comentado Windows Seven, que vem com a árdua tarefa de arrumar o que o Windows Vista “estragou”.
Talvez nem seja a Apple que traga este conceito para os aparelhos mobile. Mas, ao que tudo indica e no rítmo que a companhia de Jobs se move e foca 100% dos seus esforços em inovação, não é difícil que exista dentro de alguns poucos anos, um “iPhone HOLO”.
Confira o segundo vídeo:
Publicado por Rodrigo Cunha em 23 Jun 2008 | sob: Mobile, Tendências, interatividade, Tecnologia
Novidades vindas da China, nem sempre são surpreendentes. Todos sabemos que os chineses são especialistas em copiar produtos de todo o mundo. Mas nem sempre funciona desta forma. O celular que mostramos abaixo, por exemplo, segue outra filosofia: o modelo conta com scanner de dinheiro, zoom estendido para câmera fotográfica e um sistema de som de dar inveja em muita gente.

Scanner de Dinheiro

Zoom Estendido

Sistema de Som Multi-Speaker
Fonte: MOBIZ
Publicado por Rodrigo Cunha em 19 Jun 2008 | sob: Cinema, Tendências, internet, Vídeo, Tv Digital, Conteúdo, Publicidade, interatividade, Negócios, Google, Tecnologia

Muito tenho falado do YouTube por aqui. Talvez seja pelo fato de sempre haver algo relacionado a ele na mídia, sempre algo novo. E desta vez não é diferente. Foi anunciado ontem uma notícia bombástica: o YouTube irá permitir o upload de vídeos de até 1GB que, em média, resulta em um vídeo com uma duração em torno de 1h 38min.
A princípio, a funcionalidade estará disponível apenas para parceiros de conteúdo. Mas, não é difícil crer que logo será possível que qualquer um suba vídeos de longa duração. Mas, por traz de tudo isso, há quem diga que a Google só tomou essa decisão graças ao crescimento acelerado do HULU. O HULU é um site que disponibiliza filmes, séries e desenhos animados completos e gratuitos para residentes nos EUA.
É um site legal juridicamente falando, já que se trata de uma parceria com a NBC e a Fox o que, de certa forma, já lhe garante audiência e credibilidade. Ele já é um dos 10 sites de vídeos com mais audiência nos EUA. O site é sustentado através de um modelo de publicidade online. Pois bem, o que isso tudo tem a nos dizer? Que impacto isso traz para a TV e para a Internet?

Para a Internet é fácil. Como já prevíamos, não só a publicidade está migrando para a TV (na Inglaterra, por exemplo, está previsto que o investimento em Internet irá ultrapassar, ainda este ano, os investimentos em publicidade na TV!), mas também o conteúdo. O HULU já exibe muitos dos programas de grande audiência da TV. No HULU você pode assistir os programas quando quer, quantas vezes quiser.
Logicamente a Google não ficaria só olhando tudo isso, permitindo apenas a exibição de vídeos de curta duração e de difícil monetização. Agora, a estratégia é não ficar atrás do HULU, que já segue uma tendência. Com a exibição de programas maiores e de grande audiência, adotar modelos de publicidade mais eficazes torna-se uma tarefa muito mais fácil, já que o usuário ficará mais tempo assistindo aos vídeos.
Não estou falando dos velhos comerciais de 30 segundos, apesar de acreditar que esse formato ainda terá chance através destes portais. No entanto, acredito que o formato que mais trará resultados será aquele que utilizar a interatividade (recurso implementado pelo Google no YouTube há poucos dias) de forma inteligente, permitindo que usuários possam comprar roupas, eletrodomésticos ou qualquer objeto que apareça na tela, já que agora é possível criar links dentro dos vídeos apontando para outros endereços.
E a TV? Bem, principalmente na Europa, os investimentos em propaganda na televisão estão tendo um decréscimo acentuado. No Brasil e no resto do mundo, tende a acontecer o mesmo, mas de forma mais lenta. Novamente, com todos esses acontecimentos, não há como negar: A Internet é a mídia não só do momento, mas está começando a se transformar na principal mídia do mercado. Que assim seja.
Publicado por Rodrigo Cunha em 05 Jun 2008 | sob: Games, Tendências, internet, Vídeo, Conteúdo, Publicidade, interatividade, Tecnologia

Que o YouTube é uma das criações mais legais da Internet, não restam dúvidas. Que ele já não está mais sozinho também já não é novidade, um a vez que portais exibindo vídeos em alta resolução não param de surgir, o que aponta para um tendência de transformação da Web em principal mídia para consumo de entretenimento.
Sendo assim, a disputa resolvida recentemente entre HD DVD e Bluray, com vitória deste último, talvez não tenha sido tão relevante assim. Mas isso é assunto para outro post.
Neste post, vamos falar do YouTube e de um vídeo lançado recentemente, que faz uso do também recente recurso de inserir texto e links nos vídeos, da mesma forma que o Asterpix e o Veeple já faziam.
O incremento de mais esta funcionalidade no YouTube já era, de certa forma, previsível. O que realmente me impressionou foi o vídeo que surgiu fazendo uso destes novos recursos. Ele foi adicionado no último dia 3 e tem, neste exato momento em que estou escrevendo este post, nada menos que 2,489,233 visualizações!
É o primeiro Vídeo Interativo do YouTube! Para assistir e interagir com ele, clique AQUI, já que quem o disponibilizou não permitiu que o vídeo fosse embedado.
É uma espécie de vídeo interativo, que se utiliza de “mágicas” através de cartas e outras outras formas de ilusão. O “mágico” pede para que você escolha uma carta e o jogo segue adiante. A escolha da carta só é possível graças a implementação do novo recurso que permite incluir áreas que, quando o usuário clica, é conduzido a outro vídeo, onde a “mágica” continua e assim por diante.
Este tipo de interatividade através de vídeos poderá muito bem ser utilizada em campanhas publicitárias. Poderão ser criados jogos interativos, por exemplo, além de várias outras formas de envolver o público-alvo. Afinal de contas, “DIVERtising” é uma das formas mais eficazes de propaganda.
Publicado por Rodrigo Cunha em 02 Jun 2008 | sob: Tendências, Mídia Exterior, Conteúdo, Publicidade, interatividade, Negócios, Tecnologia

Falar sobre a evolução da publicidade já é praxe, uma vez que novidades na área não param de surgir. A mais nova delas dos EUA e trata de outdoors, coisa que em São Paulo já não se encontra mais.
Na sexta-feira última, o NY Times publicou uma matéria relacionada a outdoors inteligentes. Na terra do Tio Sam e em outros países, estão em experiência outdoors que filmam as pessoas que olham para eles, através de câmeras que utilizam um software que analisa as características dessas pessoas e por quanto tempo elas estão olhando para a peça.
Os resultados dessa análise são dados referentes a idade, sexo. Com isso, os anunciantes podem focar melhor as suas campanhas ao exibir um anúncio personalizado em painel digital para um adolescente e outro para uma mulher de meia idade, por exemplo.
É impossível não lembrarmos de Minority Report, de Steven Spielberg, quando Tom Cruise anda pela cidade e adentra galerias onde as vitrines e anúncios interagem com ele, inclusive citando seu nome. Em 1989, o filme De Volta Para o Futuro 2, também já exibia sinais de interatividade com as pessoas através de outdoors, embora de forma mais primitiva.
Costumávamos achar que essas tecnologias eram coisas para um futuro distante, como o que foi mostrado também em 2001 - Uma Odisséia no Espaço, de Stanley Kubrick, lançado em 1968. Ali, videoconferência era algo “de outro mundo”. Hoje …
Anúncios relevantes e contextualizados são preocupação cada vez maior dos anunciantes, uma vez que o mercado de nicho tem se mostrado cada vez mais viável, como comprova a teoria da Cauda Longa, de Chris Anderson. Os anúncios AdWords do Google tentam, ao máximo, mostrar anúncios relevantes em sites que tratam de determinado tipo de conteúdo.
Lá fora, começam a surgir tecnologias que personalizam que tipo de propaganda será exibida na TV, de acordo com o que as pessoas, em determinada residencia, assistem. É a publicidade cada vez mais integrada e sendo beneficiada pela tecnologia.
Publicado por Rodrigo Cunha em 27 Mai 2008 | sob: Games, Tendências, Conteúdo, Publicidade, interatividade, Tecnologia

Mudança da Propaganda. Tem se tornado muito comum ouvirmos sobre essa mudança em todos os cantos, palestras e eventos. Isso sem falar nas revistas e livros que pregam o assunto em folhas e mais folhas. Bem, não há como negar. As pessoas não são mais suscetíveis a propaganda tradicional como já foram nas décadas passadas.
Dessa forma, esforços para torná-la mais interessante e envolvente não param de surgir. Daqueles que mais tem surtido efeito, os que que tem inserido conteúdo e entretenimento na propaganda tem gerado melhores resultados. Hoje, com toda a variedade de mídias disponíveis, é natural que haja um aumento dos pontos de contato com o consumidor. Assim, anunciantes e agências contam com muito mais ferramentas para comunicar suas campanhas e diversificá-las de forma a torná-las mais divertidas e interativas.
Dentro desse contexto, os Advergames tem sido uma alternativa bastante interessante, desde que bem executados e produzidos. Já tivemos alguns casos memoráveis, onde não podemos deixar de destacar o advergame GET THE GLASS, da campanha Got Milk?, que visa incentivar a compra de leite de vaca, associando-o a saúde. O jogo foi assunto em toda a Web no ano passado. Não faltaram elogios. Mesmo quem não chegou a jogar, chegou a conferir o site.
Agora é a vez do GreenPeace WeAtheR, onde o objetivo não podia ser diferente: salvar o mundo das crises ambientais. O design e o roteiro são muito bem produzidos, o que, de certa forma, chega a transcender o conceito de um Advergame tradicional, que são, geralmente, mais simples.
Este do GreenPeace é um jogo de verdade. Por ser assim tão bem produzido, ele tem chamado a atenção de muita gente. Novamente, mesmo quem não jogou, foi atraído para o site para pelo menos conferir que tipo de ação o GreenPeace estava realizando.
Fica claro, mais uma vez, que muitas vezes produzir uma campanha na Internet, apenas pelo fato de estar na Internet pode não gerar o resultado esperado. Neste momento de deslumbre com as novas mídias, é importante estudar cada alternativa e chegar a conclusão da melhor forma para impactar as pessoas.
Não há dúvidas de que este Advergame do GreenPeace, que foi criado e produzido pela AlmapBBDO e pela Colméia, gerou bastante impacto e surpreendeu aqueles que o conheceram, o que acabou gerando certa simpatia com a marca GreenPeace que, muitas vezes é vista como uma marca agressiva, sempre presente em manifestações e discussões polêmicas.
Publicado por Rodrigo Cunha em 19 Mai 2008 | sob: Mobile, Tendências, Publicidade, interatividade, Tecnologia

Interatividade. Sem sombra de dúvidas, é uma das palavras que mais ouvimos quando estamos tratando de comunicação e experiências inovadoras para os usuários de algum tipo de serviço.
Muitas pessoas compram determinados produtos graças a experiência que tiveram ao experimentá-lo. Proporcionar experiências diferentes, reais e gratificantes ao consumidor. Este vem sendo cada vez mais um dos fatores que faz com que as pessoas decidam por um produto ou marca. Inovação sem experiência pouco adianta.
Nesses termos, estamos presenciando uma grande revolução no que diz respeito a interação do consumidor com as marcas e com os próprios produtos. A tecnologia touchscreen, após ter sido aplicada com sucesso no iPhone, vem conquistando adeptos em todo o mundo. Parece que todo aparelho celular ou gadget de ponta que se preze, deve utilizar touchscreen. E aqui vamos nós…
No ano passado, assistimos ao lançamento do Microsoft Surface, que trata-se de uma mesa que oferece serviços, games, entretenimento e várias outras funcionalidades através de uma tela que faz uso de uma tecnologia semelhante ao touchscreen.
Bill Gates apresentou, no último dia 15, uma tecnologia que certamente será bastante utilizada em pontos de venda e principalmente na publicidade, como forma de oferecer interatividade e gerar experiência ao consumidor: trata-se do TouchWall.
O grande atrativo do TouchWall é transformar qualquer superfície em uma tela sensível ao toque. O sistema é baseado em feixes de raios infravermelhos, que detectam quando algo os atravessa, enviando os dados ao projetor, que roda um programa que processa estes dados e move as coisas na tela. Assista ao vídeo abaixo e veja algumas fotos aqui.
Bem, o TouchWall ainda não está disponível no mercado, mas não há dúvidas de que ele será muito utilizado, principalmente em publicidade. Além do mais, já foi dito que ele custará bem menos que o Surface, outro ponto positivo.
Pois bem, nem bem o touchscreen começa a ficar POP, já começam a surgir outras tecnologias, ainda mais promissoras que inclusive dispensam o toque. Uma delas é chamada beMerlin. Esta tecnologia dispensa o toque e a interação acontece através do movimento simples da smãos, em frente a tela. Demais? Também achei.
Assista ao vídeo abaixo:
Interatividade e Mobile. Duas palavras que estão ditando os rumos da nova propaganda.

Publicado por Rodrigo Cunha em 24 Abr 2008 | sob: Tendências, Publicidade, interatividade, Negócios

Hologramas. Não há quem fique inerte ao assistir alguma campanha que faz uso de hologramas. Há vários exemplos deles ao redor do mundo. Confira alguns exemplos aqui, aqui e aqui. Seu maior crescimento tem sido detectado no PDV (Ponto de Venda).
Agora, os hologramas estão dando um grande salto a frente. O LM3Labs criou um holograma que interage através de gestos de pessoas, que podem ser através da comunicação ou através do toque com as mãos. As possibilidades que se abrem para o lançamento de produtos e campanhas publicitárias são enormes: Assistentes Virtuais, Modelos Interativas, e até demonstração de produtos de forma mais interativa.
Já imaginou criar uma ação onde uma modelo pede para ser “tocada” e, conforme a ação de quem está interagindo, ela passa a oferecer um determinado tipo de produto ou brinde, dependendo do toque? Há muito o que ser explorado nestas ações.
Cabe aqui, a velha máxima: Ações de impacto que proporcionam uma experiência única a quem está sendo impactado, tendem a trazer resultado muito superiores aquelas que não geram um impacto tão forte e acabam se perdendo em meio a tantas mensagens, sejam elas de concorrentes ou não.
Não deixe de assistir ao vídeo abaixo, onde há uma demonstração desta nova tecnologia. Viaje nas possibilidades:
Interactive Real Size Hologram from Nicolas Loeillot on Vimeo