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Publicado por Rodrigo Cunha em 04 Ago 2008 | sob: Cinema, Tendências, internet, Publicidade, Negócios, Tecnologia

Quando falamos em redes sociais pelo mundo, todo mundo lembra da MySpace e Facebook. Mas não é assim em todos os lugares. No Brasil, o Orkut lidera com folga o ranking de redes sociais.
No Japão, um gráfico revelado através do Google Trends, publicado pelo blog de tendências e startups baseadas no modelo Web 2.0, o excelente TechCrunch, mostra que nem MySpace, nem Facebook e, muito menos o nosso querido Orkut fazem sucesso por lá.
O lançamento de serviços na Web é semelhante a serviços offline: o sucesso deles depende muito de questões culturais. Isso talvez explique o fato de o Google não emplacar na China e em outros países.
No Japão, a rede social com a maior audiência e número de usuários cadastrados é o MIXI. Um fato que me chamou bastante a atenção foi a home do site.
Lá há a possibilidade de compar um espaço publicitário para divulgar produtos, filmes, entre outros. Funciona como uma espécie de Outdoor online.
No momento, a home do MIXI está veiculando uma peça de Batman, o Cavaleiro das Trevas, que estreará por lá somente no próximo Sábado, dia 9.
Fico imaginando quanto paga um anunciante para anunciar com exclusividade na home da maior rede social de um país.
Publicado por Rodrigo Cunha em 16 Jul 2008 | sob: Mobile, Tendências, internet, Publicidade, interatividade, Negócios, Apple, iPhone, Tecnologia
Em artigo publicado no site Canadaeast.com, David Shipley explica por que o iPhone irá mudar o mundo:
1. Finanças: “O iPhone é a plataforma perfeita para demonstrar como software útil e simples, com apelo de massa e cotado a 99 centavos ou uns poucos dólares, pode gerar mais dinheiro por mais tempo do que bloatware1 que custa US$ 100 a cópia”;
2. Publicidade de próxima geração: “A Google já tem um lucrativo negócio de publicidade online. Imagine o que aconteceria se ela vendesse geolocalização ou identificação. Por exemplo, no iPhone, se uso o programa de mapas para procurar por cafeterias, recebo dúzias de indicações mostrando os estabelecimentos existentes nas minhas proximidades. Imagine se alguém pagasse à Google para ser mostrado em uma cor mais proeminente ou que de alguma forma o distinguisse de quem não paga. Tilim!”
3. Jogos: “O iPhone pode revelar-se uma mina de ouro para fabricantes de jogos simples e casuais. Combinando um método de distribuição fácil (App Store) e controles inovadores (sensores de movimento, inteface sensível a toque), o iPhone pode ser uma séria caixa registradora para os desenvolvedores de jogos. Não é surpresa que grandes empresas fabricantes de jogos como a EA saltaram sobre o iPhone. Mas o fantástico é que, com o kit de desenvolvimento de software para o iPhone, é possível que pequenos desenvolvedores produzam grandes projetos também.”
4. Notícias instantâneas: “Com o iPhone, pessoas comuns podem se transformar em redação de jornal, capazes de enviar fotos e notícias ao mundo em segundos. Com o vídeo ainda por vir em futuros iPhones, o jornalismo cidadão está para ganhar terreno significativamente”.
Apesar de essas razões não trazerem nenhuma novidade, elas são um resumo do que o iPhone tem e pode proporcionar de melhor. Enquanto isso, no Brasil, a expectativa para o lançamento do aparelho continua grande.
Publicado por Rodrigo Cunha em 10 Jul 2008 | sob: Tendências, internet, Publicidade, Negócios, Google, Buscadores, Tecnologia
Tendências. É um dos principais focos de nossa empresa. Trabalhamos com projetos de comunicação online baseados em inovação e tendências de mercado. Portanto, nada mais relevante que falarmos um pouco sobre o Google Trends, do Google.
O Google vem criando, além de inúmeras ferramentas focadas para internautas em geral, ferramentas para auxiliar profissionais de marketing e publicidade. O AdWords e o Adsense (que serão descontinuados e substituídos por outro programa semelhante) e o Analytics, são alguns exemplos.
O Google Trends não foge a regra. Especializado em mostrar as palavras mais quentes do dia em termos de buscas no Google é apenas uma de suas especialidades. O serviço vem crescendo e, além de exibir e possibilitar uma comparação de popularidade entre os termos mais buscados no Google, ele oferece uma funcionalidade para comparar a venda de produtos online e comparar o número de acessos em sites e blogs.
Importante: Vale lembrar que os relatórios geram apenas “volume de dados” e não exibem números. Muitos destes resultados são gerados baseados em ferramentas de terceiros. Os gráficos apenas auxiliam no complemento de pesquisas e mostram apenas resultados para o meio online.
Abaixo, alguns exemplos destas funcionalidades:
1. Comparativo de número de acessos entre os sites Wikipedia, Amazon, MySpace e Facebook. Destaque para o crescimento contínuo do Facebook nos últimos meses.
Publicado por Rodrigo Cunha em 02 Jul 2008 | sob: Mobile, Tendências, internet, Publicidade, interatividade, Negócios, Tablets, Apple, iPhone, Tecnologia

Hoje, duas notícias me chamaram a atenção na web, que também foram postadas em nosso Twitter:
A morte do Blackberry já vinha sendo anunciada. Mas, somente com o lançamento do iPhone, mais especificamente do iPhone 3G, o aparelho começa a dar seus últimos suspiros de vida. O formato de tela limitado e a forma “antiquada” com que o Blackberry permite a entrada de dados, certamente deixam o iPhone e seus novos concorrentes na categoria “touch screen”, com terreno livre a ser conquistado.
“Dos americanos que estão comprando um novo celular, 73% acha SMS a funcionalidade mais importante”
A pesquisa realizada mostra que o SMS ainda é o recurso mais utilizado em celulares, não somente no Brasil, como muitos pensavam. Após as mensagens de texto, vem a câmera fotográfica integrada (67%), seguida do e-mail (63%) e acesso a Internet (61%). Somente 0,5% dos participantes da pesquisa afirmaram que o tempo de duração da bateria é importante. Mas, com a chegada do iPhone 3G, tudo isso deve mudar e o acesso a Internet deve ganhar mais importância.
É inevitável falar do iPhone 3G. Mais uma vez, a Apple acerta de mão cheia. Veremos como se comportará o Mobile Marketing com a adesão em massa ao iPhone 3G.
Publicado por Rodrigo Cunha em 30 Jun 2008 | sob: Mobile, Tendências, internet, Vídeo, Publicidade, interatividade, Negócios, Apple, iPhone, Tecnologia
iPhone 3G. Será um grande HIT também no Brasil, como todos estão prevendo? Tudo indica que sim afinal, especula-se que o custo de aquisição do aparelho estará em torno de 1.000 e 1.500 reais, um preço módico para um aparelho que oferece tecnologia de ponta, principalmente quando o comparamos com aparelhos concorrentes.
Recentemente, vem sendo veiculado na Web um vídeo viral sobre o iPhone. Através dele, foi demonstrado como poderia funcionar uma possível funcionalidade fazendo uso de recursos holográficos! Poderíamos enviar mensagens de texto holográficas! Poderíamos ver websites através de hologramas. Filmes. Agora imagine as possibilidades que, mais uma vez, a publicidade teria a seu dispor. Imagine uma campanha online holográfica! Assista aos vídeos abaixo:
Muita coisa poderia ser criada. Logicamente, o vídeo não passa de um viral. Esse conceito poderá ser agregado ao iPhone, assim como o recurso TouchScreen é vedete hoje e é aplicado em muitos dispositivos Mobile, além de estar presente na próxima versão do Microsoft Windows, o já comentado Windows Seven, que vem com a árdua tarefa de arrumar o que o Windows Vista “estragou”.
Talvez nem seja a Apple que traga este conceito para os aparelhos mobile. Mas, ao que tudo indica e no rítmo que a companhia de Jobs se move e foca 100% dos seus esforços em inovação, não é difícil que exista dentro de alguns poucos anos, um “iPhone HOLO”.
Confira o segundo vídeo:
Publicado por Rodrigo Cunha em 19 Jun 2008 | sob: Cinema, Tendências, internet, Vídeo, Tv Digital, Conteúdo, Publicidade, interatividade, Negócios, Google, Tecnologia

Muito tenho falado do YouTube por aqui. Talvez seja pelo fato de sempre haver algo relacionado a ele na mídia, sempre algo novo. E desta vez não é diferente. Foi anunciado ontem uma notícia bombástica: o YouTube irá permitir o upload de vídeos de até 1GB que, em média, resulta em um vídeo com uma duração em torno de 1h 38min.
A princípio, a funcionalidade estará disponível apenas para parceiros de conteúdo. Mas, não é difícil crer que logo será possível que qualquer um suba vídeos de longa duração. Mas, por traz de tudo isso, há quem diga que a Google só tomou essa decisão graças ao crescimento acelerado do HULU. O HULU é um site que disponibiliza filmes, séries e desenhos animados completos e gratuitos para residentes nos EUA.
É um site legal juridicamente falando, já que se trata de uma parceria com a NBC e a Fox o que, de certa forma, já lhe garante audiência e credibilidade. Ele já é um dos 10 sites de vídeos com mais audiência nos EUA. O site é sustentado através de um modelo de publicidade online. Pois bem, o que isso tudo tem a nos dizer? Que impacto isso traz para a TV e para a Internet?

Para a Internet é fácil. Como já prevíamos, não só a publicidade está migrando para a TV (na Inglaterra, por exemplo, está previsto que o investimento em Internet irá ultrapassar, ainda este ano, os investimentos em publicidade na TV!), mas também o conteúdo. O HULU já exibe muitos dos programas de grande audiência da TV. No HULU você pode assistir os programas quando quer, quantas vezes quiser.
Logicamente a Google não ficaria só olhando tudo isso, permitindo apenas a exibição de vídeos de curta duração e de difícil monetização. Agora, a estratégia é não ficar atrás do HULU, que já segue uma tendência. Com a exibição de programas maiores e de grande audiência, adotar modelos de publicidade mais eficazes torna-se uma tarefa muito mais fácil, já que o usuário ficará mais tempo assistindo aos vídeos.
Não estou falando dos velhos comerciais de 30 segundos, apesar de acreditar que esse formato ainda terá chance através destes portais. No entanto, acredito que o formato que mais trará resultados será aquele que utilizar a interatividade (recurso implementado pelo Google no YouTube há poucos dias) de forma inteligente, permitindo que usuários possam comprar roupas, eletrodomésticos ou qualquer objeto que apareça na tela, já que agora é possível criar links dentro dos vídeos apontando para outros endereços.
E a TV? Bem, principalmente na Europa, os investimentos em propaganda na televisão estão tendo um decréscimo acentuado. No Brasil e no resto do mundo, tende a acontecer o mesmo, mas de forma mais lenta. Novamente, com todos esses acontecimentos, não há como negar: A Internet é a mídia não só do momento, mas está começando a se transformar na principal mídia do mercado. Que assim seja.
Publicado por Rodrigo Cunha em 16 Jun 2008 | sob: Tendências, internet, Vídeo, Tv Digital, Conteúdo, web 2.0, Publicidade, Negócios, Tecnologia

Muito se fala de conteúdo gerado pelos internautas. Muitos, inclusive, já afirmam que este conteúdo, que sempre foi gerado por especialistas, tenderá a vir, cada vez mais, de pessoas comuns. Bem, sabemos que o UGC ou o Conteúdo Gerado pelo Usuário já é grande parte do conteúdo que circula hoje, na Web 2.0. Tudo bem. Mas e quem não acessa a Internet? Sabe do conteúdo gerado por toda essa gente?
Pois bem, a bola já foi levantada pela Apple, quando lançou o Apple TV e pela Sony e Panasonic que, inclusive lançaram recentemente aparelhos de LCD e Plasma prontos para acessar conteúdo do YouTube. Estes aparelhos contam com uma conexão Ethernet e uma interface de busca de vídeos no YouTube, inclusive categorizados por popularidade.
Com isso, colocar a família na frente da TV para uma sessão Top 10 comédia ou para mostrar algum conteúdo referente a uma nova tecnologia ou vídeo referente a um furo de notícia, ficou mais fácil. Antes era sempre necessário chamar para assistir o vídeo na tela do PC, o que, muitas vezes, gerava o famoso “Peraí, vai carregando aí que já vou”. Muitas vezes a pessoa não ia ou o usuário já tinha desistido de mostrar o conteúdo.
Agora é diferente. O YouTube passa a ser um canal da TV, sempre com variedades, permitindo que, se você não viu o final da novela das 8h ou o último episódio da série Aprendiz ou CQC, faça-o na sala de TV, com toda a família. É mais opção e mais um forte concorrente para a TV, que não goza da dinâmica que o YouTube dispõe.
Com a popularização e padronização de televisores neste formato, a publicidade no YouTube torna-se ainda mais interessante. Ela passa a ser exibida não apenas para internautas, mas para qualquer pessoa que esteja na frente da TV, o que a torna ainda mais relevante. Agora imagine publicidade exibida em um vídeo viral no YouTube. Ela poderá ser exibida no PC, no celular e agora na tela da sua TV!
Publicado por Rodrigo Cunha em 02 Jun 2008 | sob: Tendências, Mídia Exterior, Conteúdo, Publicidade, interatividade, Negócios, Tecnologia

Falar sobre a evolução da publicidade já é praxe, uma vez que novidades na área não param de surgir. A mais nova delas dos EUA e trata de outdoors, coisa que em São Paulo já não se encontra mais.
Na sexta-feira última, o NY Times publicou uma matéria relacionada a outdoors inteligentes. Na terra do Tio Sam e em outros países, estão em experiência outdoors que filmam as pessoas que olham para eles, através de câmeras que utilizam um software que analisa as características dessas pessoas e por quanto tempo elas estão olhando para a peça.
Os resultados dessa análise são dados referentes a idade, sexo. Com isso, os anunciantes podem focar melhor as suas campanhas ao exibir um anúncio personalizado em painel digital para um adolescente e outro para uma mulher de meia idade, por exemplo.
É impossível não lembrarmos de Minority Report, de Steven Spielberg, quando Tom Cruise anda pela cidade e adentra galerias onde as vitrines e anúncios interagem com ele, inclusive citando seu nome. Em 1989, o filme De Volta Para o Futuro 2, também já exibia sinais de interatividade com as pessoas através de outdoors, embora de forma mais primitiva.
Costumávamos achar que essas tecnologias eram coisas para um futuro distante, como o que foi mostrado também em 2001 - Uma Odisséia no Espaço, de Stanley Kubrick, lançado em 1968. Ali, videoconferência era algo “de outro mundo”. Hoje …
Anúncios relevantes e contextualizados são preocupação cada vez maior dos anunciantes, uma vez que o mercado de nicho tem se mostrado cada vez mais viável, como comprova a teoria da Cauda Longa, de Chris Anderson. Os anúncios AdWords do Google tentam, ao máximo, mostrar anúncios relevantes em sites que tratam de determinado tipo de conteúdo.
Lá fora, começam a surgir tecnologias que personalizam que tipo de propaganda será exibida na TV, de acordo com o que as pessoas, em determinada residencia, assistem. É a publicidade cada vez mais integrada e sendo beneficiada pela tecnologia.
Publicado por Rodrigo Cunha em 05 Mai 2008 | sob: Cinema, Tendências, Publicidade, Negócios

Com a estréia mundial neste último final de semana do filme Iron Man, estrelado pelo ótimo Robert Downey Jr., fica ainda mais evidente que táticas de Product Placement estão gerando resultados cada vez mais positivos para anunciantes.
O filme do invencível herói da Marvel, que contou com um investimento estimado em 150 milhões de dólares para a produção e mais 75 milhões em marketing, apresenta pelo menos, dois exemplos claros de uso de Product Placement.
Além da divulgação do filme, que por sinal está sendo muito bem realizada, podemos visualizar, dentro do filme, um AUDI R8, que “coincidentemente” estava em exibição no Shopping Iguatemi no mesmo final de semana de estréia do filme. Um celular modelo LG Shine, todo personalizado para o filme, que muito provavelmente está sendo comercializado em edição limitada, também pode ser visto em Iron Man.
A inserção dos dois produtos foi muito bem sucedida em termos contextuais, uma vez que o Audi é o veículo do herói e o celular da LG entra em cena quando o personagem faz uso do mesmo.
Temos presenciado cada vez mais produtos elaborados especialmente para filmes. Este esforço se dá no sentido de adequar o produto através da melhor maneira possível ao roteiro e produção do filme, fazendo com que os resultados deste tipo de ação, que vem crescendo cada vez mais, tenha resultados cada vez mais melhores.
Publicado por Rodrigo Cunha em 24 Abr 2008 | sob: Tendências, Publicidade, interatividade, Negócios

Hologramas. Não há quem fique inerte ao assistir alguma campanha que faz uso de hologramas. Há vários exemplos deles ao redor do mundo. Confira alguns exemplos aqui, aqui e aqui. Seu maior crescimento tem sido detectado no PDV (Ponto de Venda).
Agora, os hologramas estão dando um grande salto a frente. O LM3Labs criou um holograma que interage através de gestos de pessoas, que podem ser através da comunicação ou através do toque com as mãos. As possibilidades que se abrem para o lançamento de produtos e campanhas publicitárias são enormes: Assistentes Virtuais, Modelos Interativas, e até demonstração de produtos de forma mais interativa.
Já imaginou criar uma ação onde uma modelo pede para ser “tocada” e, conforme a ação de quem está interagindo, ela passa a oferecer um determinado tipo de produto ou brinde, dependendo do toque? Há muito o que ser explorado nestas ações.
Cabe aqui, a velha máxima: Ações de impacto que proporcionam uma experiência única a quem está sendo impactado, tendem a trazer resultado muito superiores aquelas que não geram um impacto tão forte e acabam se perdendo em meio a tantas mensagens, sejam elas de concorrentes ou não.
Não deixe de assistir ao vídeo abaixo, onde há uma demonstração desta nova tecnologia. Viaje nas possibilidades:
Interactive Real Size Hologram from Nicolas Loeillot on Vimeo