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Publicado por Rodrigo Cunha em 30 Jun 2008 | sob: Mobile, Tendências, internet, Vídeo, Publicidade, interatividade, Negócios, Apple, iPhone, Tecnologia
iPhone 3G. Será um grande HIT também no Brasil, como todos estão prevendo? Tudo indica que sim afinal, especula-se que o custo de aquisição do aparelho estará em torno de 1.000 e 1.500 reais, um preço módico para um aparelho que oferece tecnologia de ponta, principalmente quando o comparamos com aparelhos concorrentes.
Recentemente, vem sendo veiculado na Web um vídeo viral sobre o iPhone. Através dele, foi demonstrado como poderia funcionar uma possível funcionalidade fazendo uso de recursos holográficos! Poderíamos enviar mensagens de texto holográficas! Poderíamos ver websites através de hologramas. Filmes. Agora imagine as possibilidades que, mais uma vez, a publicidade teria a seu dispor. Imagine uma campanha online holográfica! Assista aos vídeos abaixo:
Muita coisa poderia ser criada. Logicamente, o vídeo não passa de um viral. Esse conceito poderá ser agregado ao iPhone, assim como o recurso TouchScreen é vedete hoje e é aplicado em muitos dispositivos Mobile, além de estar presente na próxima versão do Microsoft Windows, o já comentado Windows Seven, que vem com a árdua tarefa de arrumar o que o Windows Vista “estragou”.
Talvez nem seja a Apple que traga este conceito para os aparelhos mobile. Mas, ao que tudo indica e no rítmo que a companhia de Jobs se move e foca 100% dos seus esforços em inovação, não é difícil que exista dentro de alguns poucos anos, um “iPhone HOLO”.
Confira o segundo vídeo:
Publicado por Rodrigo Cunha em 19 Jun 2008 | sob: Cinema, Tendências, internet, Vídeo, Tv Digital, Conteúdo, Publicidade, interatividade, Negócios, Google, Tecnologia

Muito tenho falado do YouTube por aqui. Talvez seja pelo fato de sempre haver algo relacionado a ele na mídia, sempre algo novo. E desta vez não é diferente. Foi anunciado ontem uma notícia bombástica: o YouTube irá permitir o upload de vídeos de até 1GB que, em média, resulta em um vídeo com uma duração em torno de 1h 38min.
A princípio, a funcionalidade estará disponível apenas para parceiros de conteúdo. Mas, não é difícil crer que logo será possível que qualquer um suba vídeos de longa duração. Mas, por traz de tudo isso, há quem diga que a Google só tomou essa decisão graças ao crescimento acelerado do HULU. O HULU é um site que disponibiliza filmes, séries e desenhos animados completos e gratuitos para residentes nos EUA.
É um site legal juridicamente falando, já que se trata de uma parceria com a NBC e a Fox o que, de certa forma, já lhe garante audiência e credibilidade. Ele já é um dos 10 sites de vídeos com mais audiência nos EUA. O site é sustentado através de um modelo de publicidade online. Pois bem, o que isso tudo tem a nos dizer? Que impacto isso traz para a TV e para a Internet?

Para a Internet é fácil. Como já prevíamos, não só a publicidade está migrando para a TV (na Inglaterra, por exemplo, está previsto que o investimento em Internet irá ultrapassar, ainda este ano, os investimentos em publicidade na TV!), mas também o conteúdo. O HULU já exibe muitos dos programas de grande audiência da TV. No HULU você pode assistir os programas quando quer, quantas vezes quiser.
Logicamente a Google não ficaria só olhando tudo isso, permitindo apenas a exibição de vídeos de curta duração e de difícil monetização. Agora, a estratégia é não ficar atrás do HULU, que já segue uma tendência. Com a exibição de programas maiores e de grande audiência, adotar modelos de publicidade mais eficazes torna-se uma tarefa muito mais fácil, já que o usuário ficará mais tempo assistindo aos vídeos.
Não estou falando dos velhos comerciais de 30 segundos, apesar de acreditar que esse formato ainda terá chance através destes portais. No entanto, acredito que o formato que mais trará resultados será aquele que utilizar a interatividade (recurso implementado pelo Google no YouTube há poucos dias) de forma inteligente, permitindo que usuários possam comprar roupas, eletrodomésticos ou qualquer objeto que apareça na tela, já que agora é possível criar links dentro dos vídeos apontando para outros endereços.
E a TV? Bem, principalmente na Europa, os investimentos em propaganda na televisão estão tendo um decréscimo acentuado. No Brasil e no resto do mundo, tende a acontecer o mesmo, mas de forma mais lenta. Novamente, com todos esses acontecimentos, não há como negar: A Internet é a mídia não só do momento, mas está começando a se transformar na principal mídia do mercado. Que assim seja.
Publicado por Rodrigo Cunha em 16 Jun 2008 | sob: Tendências, internet, Vídeo, Tv Digital, Conteúdo, web 2.0, Publicidade, Negócios, Tecnologia

Muito se fala de conteúdo gerado pelos internautas. Muitos, inclusive, já afirmam que este conteúdo, que sempre foi gerado por especialistas, tenderá a vir, cada vez mais, de pessoas comuns. Bem, sabemos que o UGC ou o Conteúdo Gerado pelo Usuário já é grande parte do conteúdo que circula hoje, na Web 2.0. Tudo bem. Mas e quem não acessa a Internet? Sabe do conteúdo gerado por toda essa gente?
Pois bem, a bola já foi levantada pela Apple, quando lançou o Apple TV e pela Sony e Panasonic que, inclusive lançaram recentemente aparelhos de LCD e Plasma prontos para acessar conteúdo do YouTube. Estes aparelhos contam com uma conexão Ethernet e uma interface de busca de vídeos no YouTube, inclusive categorizados por popularidade.
Com isso, colocar a família na frente da TV para uma sessão Top 10 comédia ou para mostrar algum conteúdo referente a uma nova tecnologia ou vídeo referente a um furo de notícia, ficou mais fácil. Antes era sempre necessário chamar para assistir o vídeo na tela do PC, o que, muitas vezes, gerava o famoso “Peraí, vai carregando aí que já vou”. Muitas vezes a pessoa não ia ou o usuário já tinha desistido de mostrar o conteúdo.
Agora é diferente. O YouTube passa a ser um canal da TV, sempre com variedades, permitindo que, se você não viu o final da novela das 8h ou o último episódio da série Aprendiz ou CQC, faça-o na sala de TV, com toda a família. É mais opção e mais um forte concorrente para a TV, que não goza da dinâmica que o YouTube dispõe.
Com a popularização e padronização de televisores neste formato, a publicidade no YouTube torna-se ainda mais interessante. Ela passa a ser exibida não apenas para internautas, mas para qualquer pessoa que esteja na frente da TV, o que a torna ainda mais relevante. Agora imagine publicidade exibida em um vídeo viral no YouTube. Ela poderá ser exibida no PC, no celular e agora na tela da sua TV!
Publicado por Rodrigo Cunha em 05 Jun 2008 | sob: Games, Tendências, internet, Vídeo, Conteúdo, Publicidade, interatividade, Tecnologia

Que o YouTube é uma das criações mais legais da Internet, não restam dúvidas. Que ele já não está mais sozinho também já não é novidade, um a vez que portais exibindo vídeos em alta resolução não param de surgir, o que aponta para um tendência de transformação da Web em principal mídia para consumo de entretenimento.
Sendo assim, a disputa resolvida recentemente entre HD DVD e Bluray, com vitória deste último, talvez não tenha sido tão relevante assim. Mas isso é assunto para outro post.
Neste post, vamos falar do YouTube e de um vídeo lançado recentemente, que faz uso do também recente recurso de inserir texto e links nos vídeos, da mesma forma que o Asterpix e o Veeple já faziam.
O incremento de mais esta funcionalidade no YouTube já era, de certa forma, previsível. O que realmente me impressionou foi o vídeo que surgiu fazendo uso destes novos recursos. Ele foi adicionado no último dia 3 e tem, neste exato momento em que estou escrevendo este post, nada menos que 2,489,233 visualizações!
É o primeiro Vídeo Interativo do YouTube! Para assistir e interagir com ele, clique AQUI, já que quem o disponibilizou não permitiu que o vídeo fosse embedado.
É uma espécie de vídeo interativo, que se utiliza de “mágicas” através de cartas e outras outras formas de ilusão. O “mágico” pede para que você escolha uma carta e o jogo segue adiante. A escolha da carta só é possível graças a implementação do novo recurso que permite incluir áreas que, quando o usuário clica, é conduzido a outro vídeo, onde a “mágica” continua e assim por diante.
Este tipo de interatividade através de vídeos poderá muito bem ser utilizada em campanhas publicitárias. Poderão ser criados jogos interativos, por exemplo, além de várias outras formas de envolver o público-alvo. Afinal de contas, “DIVERtising” é uma das formas mais eficazes de propaganda.
Publicado por Rodrigo Cunha em 20 Mar 2008 | sob: Tendências, internet, Vídeo, Publicidade, interatividade

Foi lançada recentemente, uma nova forma de tornar os vídeos mais interativos na Internet, através do Asterpix. A possibilidade de inserir hyperlinks em qualquer tipo de vídeo, acaba por abrir um grande leque de alternativas para a divulgação de propaganda, promoções dos mais variados estilos ou, simplesmente, informações extras.
Além de ser uma ótima notícia para quem gosta de ir além e buscar informações mais completas sobre determinado conteúdo, para os anunciantes, por exemplo, é possível tornar o resultado de um vídeo de divulgação sobre determinado produto/serviço, muito mais satisfatório, uma vez que há a possibilidade de inserir links com referências cruzadas.
Ex.: Anunciante resolve divulgar vídeo na Internet contendo nova campanha da cerveja X. Neste caso, poderia ser incluso um hyperlink na lata de cerveja, ou em qualquer outro local do vídeo, o que poderia conduzir o internauta até o hotsite da promoção. Através deste recurso, fica fácil convergir grande parte da ação promocional, o que tende a gerar um resultado mais efetivo.
Publicado por Jonathan Benarrós em 03 Dez 2007 | sob: Tendências, internet, Vídeo, interatividade, Negócios

No dia 1º de Janeiro de 2008 estreia um nova ideia que veio para mexer com o mercado publicitário. Trata-se do BootB.com(Brands Out Of The Box), um novo modelo de negócio que funciona como uma central de briefings e de idéias.
Funciona assim: de um lado, as marcas expõem suas demandas e orçamentos e do outro, criativos enviam suas propostas e idéias. Assim, cada proposta, terá uma base de soluções em criação publicitária e de marketing em escala mundial, disponível em 12 idiomas, inclusive em português. A empresa já nasce com multinacionais postando briefings criativos desde o princípio, como Disney, Ferrero, Lego, Peugeot e Unicef.
O desenho de negócio do BootB.com retorna 90% do orçamento disponibilizado pelo cliente para aquele que tiver a melhor idéia “contratada”. O site tem encriptação SSL para assegurar a integridade das propostas criativas enviadas. E o processo de registro fixa um contrato legal entre os criadores e BootB, dizendo que todas as idéias permanecem como propriedade dos criadores até que um cliente resolva comprá-la.
Esse modelo de negócio é muito parecido com a Brandfame que vimos no post anterior que junta anunciante ao criativo. Ou seja, a idéia de que criar um bom comercial não é necessariamente trabalho para profissionais, é uma tendência conhecida como conteúdo gerado pelo consumidor.
O comercial de TV para o novo iPod Touch, da Apple, por exemplo, foi produzido pela TBWA/Chiat/Day, a agência que atende a empresa há muito tempo. Mas ele se baseia em um filme produzido por Nick Haley, 18 anos, um estudante inglês e fã dedicado da Apple, que diz ter ganho o seu primeiro Macintosh aos três anos de idade. O vídeo postado no Youtube foi visto entre os funcionários da Apple que pediram que a equipe que atende a conta da empresa na TBWA/Chiat/Day entrasse em contato com Haley sobre a possibilidade de produzir uma versão profissional do filme. E foi o que aconteceu. Veja as duas versões:
versão Nick Haley:
versão TBWA:
Será que o futuro das agências se publicidade está comprometido? Vamos esperar pra ver.
Publicado por José Maria Granado em 08 Out 2007 | sob: Tendências, Vídeo, Tv Digital, Mídia Exterior, Conteúdo

Li essa semana no Blue Bus uma excelente coluna da Paula Rizzo, falando sobre a mídia exterior, que será cada vez mais interativa. (leia aqui)
Sem sombra de dúvida, mais que uma tendência, a interatividade com a mídia exterior já é realidade em vários países, mas ainda engatinha no Brasil. Vale a pena ressaltar que esta não é uma tendência apenas existente na mídia exterior, e sim e todas as mídias digitais, não importam onde estejam. Shopping, aeroporto, bares, casas noturnas… A mídia digital invadiu todos os espaços, e a interatividade foi junto…
A interatividade agrega muito valor a comunicação das marcas. No entanto, mais que interatividade, algo que eu venho suspeitando seriamente que venha a acontecer, assim como já acontece em ambientes fechados, é transformação de espaços digitais de mídia exterior em plataformas de conteúdo. Por dois motivos: o primeiro é porque, sob a ótima do anunciante, transforma publicidade em conteúdo, aumentando a relevância da mensagem. O segundo porque, sob a ótica do veículo, venda de conteúdo é muito mais vantajosa financeiramente.
Contem o tempo, não sei ainda quando, mas veremos nos próximos anos uma série de pequenos programas sendo exibidos em plataformas digitais. Onde estiver o dinheiro, estará o programa. Aí é só seguir o raciocínio básico: programas de finanças, esportes, femininos, automobilísicos e assim por diante…
E já que mídia exterior é mídia de massa, um outro assunto no qual vale a pena tocar é: será que com essas brigas entre as emissoras de tv aberta, alguma vai brigar para comprar empresas de mídia exterior, fazendo com que pequenas parcelas de seus programas passem na programação e ganhem espaço na mente do grande público?
É algo a se pensar, mas acho que isso já é assunto para um próximo post…
Publicado por Jonathan Benarrós em 05 Out 2007 | sob: internet, Vídeo, Tv Digital

A empresa Brandfame está oferecendo um novo serviço chamado “product placement”. A empresa conecta os produtores de vídeos amadores com anunciantes para possam ter suas marcas integradas a vídeos com potencial de viralização.
Funciona assim: os anunciantes indicam uma série de produtos que gostariam de anunciar nos vídeos e podem também procurar pelos vídeos já postados. Já os produtores também indicam quais produtos que gostariam de trabalhar, e podem procurar anunciantes para se oferecer para trabalhar para eles. É um “Par Perfeito” entre produtores e anunciantes.
O YouTube também está trazendo algumas novidades. Uma é a publicação de Adsense em cima do player do vídeo. A outra é um novo formato semi-transparente que aparece na parte inferior do vídeo. A peça surge depois que um vídeo roda por 15 segundos e desaparece depois de 10 segundos caso o espectador não clique nele. Se o usuário optar por assistir ao anúncio, o vídeo principal fica pausado até que o comercial termine. O YouTube planeja vender os anúncios apenas em vídeos de seus parceiros de conteúdo, que receberão parte da receita do comercial. Até o momento, o YouTube estabeleceu acordos de compartilhamento de receitas com mais de 50 destes parceiros.
Algumas redes de televisão americanas já estão percebendo o fenômeno dos vídeos online e começam a oferecer seu conteúdo online, em parceria com grandes sites ou mesmo em seus próprios sites. Uma pesquisa publicada na BBC inglesa mostra que 43% dos usuários britânicos asisstem vídeos online pelo menos uma vez por semana. Deste grupo, 54% dedica o mesmo tempo a conteúdo visto na net e na TV convencional.
Os vídeos online já são um dos mais recentes fenômenos a nível mundial e têm vindo a revolucionar a forma de utilização dos media digitais. Já estamos vendo surgirem novos formatos e quem aproveitar esse “boom” pode se dar muito bem.