web 2.0
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Publicado por Rodrigo Cunha em 16 Jun 2008 | sob: Tendências, internet, Vídeo, Tv Digital, Conteúdo, web 2.0, Publicidade, Negócios, Tecnologia

Muito se fala de conteúdo gerado pelos internautas. Muitos, inclusive, já afirmam que este conteúdo, que sempre foi gerado por especialistas, tenderá a vir, cada vez mais, de pessoas comuns. Bem, sabemos que o UGC ou o Conteúdo Gerado pelo Usuário já é grande parte do conteúdo que circula hoje, na Web 2.0. Tudo bem. Mas e quem não acessa a Internet? Sabe do conteúdo gerado por toda essa gente?
Pois bem, a bola já foi levantada pela Apple, quando lançou o Apple TV e pela Sony e Panasonic que, inclusive lançaram recentemente aparelhos de LCD e Plasma prontos para acessar conteúdo do YouTube. Estes aparelhos contam com uma conexão Ethernet e uma interface de busca de vídeos no YouTube, inclusive categorizados por popularidade.
Com isso, colocar a família na frente da TV para uma sessão Top 10 comédia ou para mostrar algum conteúdo referente a uma nova tecnologia ou vídeo referente a um furo de notícia, ficou mais fácil. Antes era sempre necessário chamar para assistir o vídeo na tela do PC, o que, muitas vezes, gerava o famoso “Peraí, vai carregando aí que já vou”. Muitas vezes a pessoa não ia ou o usuário já tinha desistido de mostrar o conteúdo.
Agora é diferente. O YouTube passa a ser um canal da TV, sempre com variedades, permitindo que, se você não viu o final da novela das 8h ou o último episódio da série Aprendiz ou CQC, faça-o na sala de TV, com toda a família. É mais opção e mais um forte concorrente para a TV, que não goza da dinâmica que o YouTube dispõe.
Com a popularização e padronização de televisores neste formato, a publicidade no YouTube torna-se ainda mais interessante. Ela passa a ser exibida não apenas para internautas, mas para qualquer pessoa que esteja na frente da TV, o que a torna ainda mais relevante. Agora imagine publicidade exibida em um vídeo viral no YouTube. Ela poderá ser exibida no PC, no celular e agora na tela da sua TV!
Publicado por Jonathan Benarrós em 11 Out 2007 | sob: Tendências, internet, Conteúdo, web 2.0

Widget é uma pequena aplicação ou janela que pode ser instalada no desktop, site ou blog que você pode manter-se informado sem precisar visitar o site que está por trás daquele conteúdo. Alguns mostram a previsão do tempo, informação de trânsito, preços de combustível, outros incorporam rádio, jogos e fotos. Há os que atualizam notícias de jornais e blogs do interesse do usuário. Para blogs já existe os que fornecem informações sobre os seus visitantes e outros com a possibilidade de incluir banners e produtos de e-commerce.
Algumas empresa já estão usando essa nova tendência. A Reebok por exemplo, já possui um widget chamado “Shoe Fight” onde a pessoa pode desenhar o seu tênis personalizado e depois colocá-lo no próprio site. Já a Adidas oferece um para ajudar o consumidor a escolher o tênis perfeito. No Brasil a cerveja Sol disponibiliza no seu widget conteúdo referente a meterologia e informações de trânsito.
O Google também não poderia ficar de fora. Criou um programa para atrair criadores de widgets no qual serão remunerados por criação. Eles também estão testando os chamados Gadget Ads, que permite os anunciantes tornarem seu formato estático em um conjunto de widgets com vídeos, animação, e notícias em tempo real.
Um dos grandes desafios para os anunciantes é como ser relevante suficientemente para que o usuário instale o widget que está oferecendo. Se conseguirem isso, ponto para o anunciante! Entrou na vida, no dia-a-dia do seu público.
Os widgets poderão provocar grandes mudanças na publicidade online por fornecem um novo canal de conteúdo, publicidade, relacionamento e comércio eletrônico. Alguns já falam que já faz parte da chamada web 3.0, mas acho ainda cedo para definições. O que importa que é um bom caminho para a terceira era da internet e um ótimo investimento para os anunciantes.
Publicado por Ricardo Dolla em 06 Out 2007 | sob: Tendências, web 2.0

Nada mais normal do que um negócio tradicional ir parar na internet. Já o caminho inverso é um pouquinho mais raro. A necessidade de funcionários, estrutura física e mais alguns custos fixos adicionais podem assustar alguns empreendedores on-line, ainda mais quando o negócio vai “muito bem, obrigado” só na internet.
Um dos casos de “loja que saiu da URL e foi parar num CEP” que mais me chamou a atenção nos últimos dias foi o da Threadless. Uma loja, até então virtual, que comercializa camisetas com estampas “design based” /moderninha de modo colaborativo. Ou seja, o usuário envia a estampa e se aprovada, é produzida e vai pro site, assim os dois lados saem sempre ganhando. A coisa cresceu de uma maneira que no final de setembro, a Skinnycorp, empresa por trás da Threadless resolveu abrir um loja física em Chicago. Mas não foi só pegar um imóvel, contratar uns paguás, colocar os produtos na vitrine e esperar que caixa registradora começasse a tilintar. Muito pelo contrário, eles recriaram na loja real a bem sucedida loja on-line. Cada estampa tem sua prateleira e em cima de cada uma delas existe um monitor LCD com fotos, notas e comentários de usuários sobre a camiseta em questão. Espalhados pela loja, os manequins exibem também um monitor de LCD no lugar da cabeça exibindo nada mais nada menos que o seu rosto, um jeito sutil de dizer que aquela camisa vai ficar ótima em você. Tudo isso feito dentro de um loja-conceito cheia de modernices.
Os gastos extras de uma empresa para fazer o movimento virtual-real não é somente pirotecnia desnecessária, mas sim uma demonstração que ela entende mais do que ninguém do seu negócio: comunidade, interesses em comum, interatividade e outras palavras-chaves que em breve serão tão chavão nas empresas quanto sinergia.
Tornar os negócios virtuais em reais (sem trocadilho aqui, por favor) está ficando cada dia mais tentador e lucrativo. Sempre que vejo anúncio do Submarino na revista e no jornal fico pensando: “Ih! Te cuida Casas Bahia!”